Base-Moçambique(Igreja na Matola)

Pr.Olivar (batismo 07/2011)

Base-Espanha

Pr.olivar,Pr. Abigail e Missionario Leosmar em inauguração doa igreja em La Pobla de Segur (Lleida, Catalunha)

Base- Brasil

Pastor Olivar em reunião administrativa no ministério FAMA

Base-Moçambique(Igreja na Matola)

Mocidade da igreja da Matola

Base Moçambique-Igreja na cidade de Beira

Missionarios Jonias,Eva(Beira) e leosmar(Espanha)se preparando para batismo na praia

Indonésia: muçulmanos se revoltam e gritam pela morte de cristão

Na cidade de Temanggung, Indonésia, um grupo de muçulmanos atacaram três igrejas na semana passada após um cristão, que foi acusado de blasfêmia, receber uma sentença considerada inferior pelos muçulmanos. O cristão Antonius Bawengan foi condenado a cinco anos de prisão por distribuir folhetos evangélicos em outubro do ano passado.
Os manifestantes invadiram a sala do tribunal em manifestação de protesto.
 Bawengan recebeu a pena máxima permitida pelas leis do país, mas para os extremistas muçulmanos não ficaram satisfeitos. Enfurecidos eles atacaram tanto o cristão quanto o juiz que proferiu a sentença.
Do lado de fora do tribunal, uma multidão de 1.500 pessoas gritavam que Bawengan deveria ter recebido a sentença de morte ou ser entregue ao público para ser linchado. Os manifestantes, jogando pedras, gritavam: “Mata, mata”. Janelas do tribunal foram quebradas  e veículos foram incendiados.
A multidão enfurecida seguiu destruindo as janelas de casas e prédios vizinhos. A Igreja Betel também foi vitima da fúria da turba. Eles colocaram fogo no edifício que se alastrou de deixou uma área bastante danificada, inclusive o jardim de infância da igreja. Outra igreja incendiada foi a Igreja Pentecostal de Temanggung. O pastor Saldanha foi espancado, mas conseguiu fugir.
Os manifestantes só se dispersaram quando uma tropa de choque foi chamada e os enfrentou com gás lacrimogêneo.
Embora a vida de Bawengan tenha sido poupada pelo tribunal indonésio, ele continua sob grandes riscos dentro da prisão. Ore pedindo que Deus proteja sua vida.

Eritreia: Sofrimento inimaginável

Muitos cristãos eritreus saem de seu país em busca de refúgio em outros países, mas nem sempre conseguem alívio. Cristãos que fogem, especialmente, para o Egito são vítimas frequentes de perseguição, enfrentando, muitas vezes condições desumanas. A informação é do Diário Cristão.
O relatório cita informações do Barnabas Fund que aponta o Egito como o destino mais comum para os cristãos que fogem da Eritreia – um dos países mais hostis do mundo para cristãos. O governo da Eritreia vê cristãos como uma ameaça à segurança nacional por causa da sua fidelidade incondicional a Deus.
A perseguição intensificou-se depois que um governador da Eritreia ordenou o expurgo de cristãos no país, em 2010. “O sofrimento de nossos irmãos e irmãs da Eritreia é inimaginável”, disse o Dr. Patrick Sookhdeo, diretor internacional do Barnabas Fund.
Centenas de cristãos eritreus entram no Egito a cada mês, na esperança de chegarem em Israel. Alguns refugiados morrem ao tentar a viagem de 900 milhas através do Egito. Outros são mortos a tiros enquanto atravessam a fronteira Egito-Israel.
Os que escapam da morte acabam em prisões egípcias ou são mantidos reféns de nômades beduínos muçulmanos que pedem resgates de alto valor. Os que não podem pagar pelo resgate são mortos. Ainda de acordo com o Diário Cristão, atualmente existem cerca de 600 presos eritreus sob custódia do Egito, e 200 reféns de traficantes.
Os refugiados sofrem abuso sexual, tortura, espancamentos e escravidão nas mãos de ambas as autoridades egípcias e as gangues de beduínos.
Convocamos os parceiros de oração da VdM em prol dessa causa de caráter urgente. Nossos irmãos eritreus precisam desesperadamente de nossa ajuda.

Fontes: christian today

Pastor é assassinado a tiros na Nigéria

Pastor é assassinado a tiros na Nigéria
   
 
Bíblia queimada na Nigéria  
NIGÉRIA (23º) - Extremistas muçulmanos da seita Boko Haram, na terça-feira, 7 de junho, atiraram contra uma igreja no norte da Nigéria.

O reverendo David Usman, de 45 anos, e seu secretário, Hamman Andrew, foram as últimas vítimas de uma onda de ataques feitos pela militância islâmica Boko Haram, que tomou conta do norte da Nigéria este ano. O resultado dos ataques foi a destruição de igrejas, com morte e mutilação de cristãos.

O reverendo Tito Dama Pona, pastor da Igreja Evangélica Vencendo Tudo (ECWA) em Maiduguri, disse que o pastor Usman foi morto e baleado por membros da Boko Haram, em um bairro ferroviário próximo da igreja que Usman liderava.

Pona disse que os cristãos em Maiduguri estão com medo, por causa dessa onda de violência atribuída aos membros da Boko Haram, que desejam impor a sharia (lei islâmica) no norte da África.

“Os cristãos se tornaram alvos desses militantes muçulmanos e já não se sentem livres circulando pela cidade; a maioria das igrejas não realiza seus cultos, com medo de se tornar alvo dos ataques que estão ocorrendo”, disse Pona.

Pessoas confirmaram a morte do Pastor Usman. O reverendo Logan Gongchi disse que todos os cristãos da região, inclusive o próprio Gongchi, que fez seu seminário teológico com Usman, confirmaram isso.

De acordo com Gongchi, o pastor Usman se queixou uma vez das atividades da Boko Haram, dizendo que o governo nigeriano deveria enfrentar o grupo extremista, que mata muitas pessoas inocentes. Usman pediu que orassem por ele, pois não sabia como seria o fim desse conflito com os extremistas muçulmanos.

A morte do pastor marcou o segundo ataque contra a igreja e suas instalações feito por militantes muçulmanos. O primeiro ataque foi em 29 de julho de 2009, quando a Boko Haram queimou o prédio da igreja e matou alguns membros da congregação.

O significado do nome Boko Haram é interpretado no sentido figurado como “contra a educação ocidental”. Alguns acreditam que isso tem como significado ir contra a fé judaico-cristã. O desejo desse grupo é que a Nigéria se torne um Estado teocrático islâmico.

Tradução: Lucas Gregório
Fonte Missões portas abertas 

Culto dias das crianças (1 de junho)

Em Moçambique o dia das crianças se comemora em 1 de junho, a igreja local do projeto ASAS realizou um abençoado culto evangelistico no qual apareceram muitas crianças. DEUS seja louvado por esta oportunidade






































Testemunho de cristãos que foram presos

Testemunho de cristãos que foram presos
   
 
Cristãos são presos em contêineres  
ERITREIA (12º) - A perseguição na Eritreia tem se tornado dura para muitos de nossos irmãos. Vejamos como exemplo o caso de John e Paul.

John e Paul são cristãos da Eritreia. John contou que começou a buscar a Deus por influência de sua irmã mais velha, pois os dois eram muito próximos. A irmã de John o levava à escola dominical, onde ele poderia crescer na fé. Juntos, os dois participavam de estudos da bíblia e entraram no coral da igreja.

Nessa mesma época, John foi obrigado a servir o exército. O governo já começava a impor restrições para as igrejas, mas ainda não era tão sério quanto é atualmente. A perseguição começou leve e muitos superiores nos campos militares confiscavam bíblias, músicas e mensagem em fita cassete, com avisos para que houvesse uma paralisação das atividades “ilegais”. Com o passar do tempo, reuniões e evangelismo nos campos foram proibidos. Mas, mesmo assim, os cristãos se reuniam secretamente.

John foi transferido para outro campo militar, onde conheceu Paul. A amizade entre os dois se tornou forte quando eles começaram a compartilhar suas crenças em Jesus e as duras restrições os aproximaram mais ainda de Deus. Eles, então, encontraram um grupo que se reunia perto do campo e começaram a participar dos cultos. No entanto, a polícia descobriu as reuniões e prendeu todos os participantes.

Os dois ficaram presos por quase dois anos e depois foram transferidos para uma prisão diferente: eles foram trancados em um contêiner de metal por um ano. De lá eles foram transferidos para outra prisão. Os dois foram presos sem nenhuma acusação formal e ficaram indo de prisão em prisão, por quase nove anos.

“Nossas famílias não estavam autorizadas a nos ver, Nossos pais não sabiam se nós estávamos vivos e nem onde estávamos. Muitos prisioneiros morreram e foram enterrados sem suas famílias saberem. Todas as prisões são iguais para cristãos: sem acusações, só prisão por longos períodos.”

“Éramos, muitas vezes, pressionados a negar a nossa fé. Mas sempre nos recusávamos. E quando isso ocorria, éramos punidos. Às vezes íamos trabalhar debaixo de sol forte sem ter comido ou bebido nada.”

Após relatar as péssimas condições nas prisões onde ficaram e o duro trabalho que tiveram de fazer todos os dias, eles continuavam falando e sorrindo: “Mas ainda temos Jesus, e isso é o que vale mais.”

Tradução: Lucas Gregório



Fonte: Portas Abertas
 

 

 

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